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O país à deriva.

Segunda-feira, 10.05.10

Há pouco mais de um mês, o Governo impôs ao Parlamento um PEC que previa uma redução neste ano do défice para 8,3%. Agora anuncia que afinal essa redução tem que ser feita para 7,3%. Há cerca de 15 dias, o Primeiro-Ministro jurava no Parlamento que não iria subir os impostos, com excepção da criação de um novo escalão de 45% para os rendimentos em IRS. Agora já fala em aumentar o IVA em dois pontos percentuais e criar um novo imposto sobre os salários, destinado a retirar o 13º mês aos contribuintes. Há poucos dias, o Governo garantia serem essenciais as grandes obras públicas, e impôs contra tudo e contra todos a assinatura do contrato relativo ao troço Poceirão-Caia. Agora, já defende a suspensão dessas grandes grandes obras públicas, e deixa a meio o próprio TGV que, ao que parece, vai afinal ligar a Europa ao Poceirão...

Não deve haver na Europa nada que se compare com esta forma errónea e impreparada de governação, em que nuns dias se diz uma coisa, e noutros dias se faz outra completamente diferente, colocando o país totalmente à deriva. Durante quanto tempo mais se vai ainda deixar arrastar esta situação?

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publicado por Luís Menezes Leitão às 17:07








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