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O euro

Segunda-feira, 02.01.12

 

Foi há dez anos, no início de 2002, que recebemos as primeiras notas e moedas de euros, embora o euro já existisse como moeda escritural desde 2000, funcionando as antigas moedas nacionais como suas divisões. Lembro-me perfeitamente da euforia com que os euros foram então recebidos pelos portugueses, que passariam a ter uma moeda aceite em toda a Europa. O problema foi o que veio a seguir. Os preços dos produtos dispararam, mas ninguém deu por isso, deslumbrado com o crédito fácil que a baixa das taxas de juro tinha proporcionado. As pessoas endividaram-se brutalmente, ficando completamente arruinadas. E o país teve uma década sem crescimento económico, que conduziu as contas públicas ao descalabro actual. E o pior de tudo isto é que o colapso do euro, ou o seu abandono por parte de Portugal, seria um cenário catastrófico, com consequências imprevisíveis. A posição de Portugal em relação ao euro neste momento lembra aquele célebre dito dos brasileiros: "Se fugir, o bicho pega. Se ficar, o bicho come". Aguardam-se as cenas dos próximos capítulos.

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publicado por Luís Menezes Leitão às 11:51





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