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Comunicação Oficial de Sua Excelência, o Senhor Presidente da República.

Segunda-feira, 07.01.19

A comunicação é sobre um assunto tão importante que obrigou mesmo o Chefe de Estado a interromper uma reunião que estava a decorrer.

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publicado por Luís Menezes Leitão às 21:07

Aqui ao lado.

Quarta-feira, 19.12.18

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Acho inconcebível que no séc. XXI num país europeu haja pessoas presas pelas suas convicções, devido a decisões tomadas por um parlamento. É lamentável que a Europa esteja a olhar para o lado relativamente ao que se passa em Espanha.

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publicado por Luís Menezes Leitão às 11:00

A Catalunha paga.

Quinta-feira, 13.12.18

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Sempre que vejo esta qualificação de Espanha como um país rico, penso sempre que são os catalães, a quem recusam a independência, a pagar a conta.

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publicado por Luís Menezes Leitão às 17:21

May Day.

Segunda-feira, 10.12.18

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Quando um chefe de governo faz esta figura no Parlamento, é óbvio que o seu tempo acabou. Theresa May deveria ir-se imediatamente embora e poupar o Reino Unido a mais episódios tristes destes. Quem vier a seguir que aproveite a abébia que o Tribunal de Justiça da União Europeia (tão criticado pelos defensores do Brexit) acaba de lhes dar. A continuarem neste caminho arriscam-se a afundar de vez a sua ilha.

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publicado por Luís Menezes Leitão às 18:25

De novo os coletes amarelos.

Sábado, 08.12.18

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A situação em França demonstra bem o flop total que está a ser a presidência de Macron, como aliás já antes o tinha sido a presidência de Hollande. O movimento En Marche não passou de uma total mistificação, como se alguém que foi Secretário-Geral Adjunto do Presidente Hollande e depois Ministro da Economia no governo Valls pudesse representar alguma novidade em relação ao Presidente anterior. Tudo isto não passou de uma tentativa bem sucedida para travar Marine Le Pen, com a invenção de um novo partido, graças ao facto de a França ter um sistema eleitoral que permite a um partido com 1/3 dos votos ter 2/3 dos deputados. Mas essa alavancagem da representatividade eleitoral falha nas alturas decisivas e aí basta uma fagulha para deitar fogo à pólvora.

A fagulha foi neste caso o aumento dos combustíveis, que é um símbolo da constante tributação de um Estado cada vez mais voraz. Esse Estado persegue os cidadãos até ao tutano, de tal modo que até uma parvoíce de uns coletes amarelos os manda ter no carro, sob pena de multa. Não admira por isso que essa imposição de vestuário seja usado como sinal distintivo pelos cidadãos. Os coletes amarelos são hoje o substituto dos barretes frígios usados pelos que tomaram a Bastilha. E ninguém sabe como isto vai acabar.

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publicado por Luís Menezes Leitão às 12:22

O recuo de Macron.

Terça-feira, 04.12.18

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O que este recuo de Macron na questão do aumento dos combustíveis demonstra é que ele pretendia comparar-se a Napoleão, mas não chega sequer aos calcanhares de De Gaulle. Aliás, os que se julgam Napoleão costumam ser postos noutro lugar que não no Eliseu.

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publicado por Luís Menezes Leitão às 11:59

A vandalização do Arco do Triunfo.

Segunda-feira, 03.12.18

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Eu até tenho alguma compreensão pelo protesto dos coletes amarelos contra a carga fiscal insustentável que o Estado cada vez mais faz recair sobre os cidadãos. Mas já acho absolutamente intoleráveis actos de destruição da propriedade pública e privada e especialmente actos de vandalização de monumentos nacionais, com o simbolismo do Arco do Triunfo. A isto a única resposta só pode ser a da força da lei. Como disse De Gaulle perante os protestos do Maio de 1968: "la République n'abdiquera pas".

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publicado por Luís Menezes Leitão às 08:46

Acefalia parlamentar.

Sexta-feira, 23.11.18

Parece que em relação à taxa Robles numa reunião do grupo parlamentar do PSD, com a excepção de um deputado que se pronunciou a favor da medida, todos os restantes se pronunciaram contra. Mas "ainda assim a proposta será mantida". Eu chamo a isto acefalia parlamentar.

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publicado por Luís Menezes Leitão às 06:46

O mito Kennedy.

Quinta-feira, 22.11.18

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O Pedro lembra abaixo a efeméride de hoje passarem 55 anos sobre o assassinato de John F. Kennedy que criou um enorme mito na política americana. Aqueles que morrem jovens normalmente atingem o estatuto de heróis, uma vez que todos têm tendência para assumir que iriam deixar grandes realizações neste mundo e que só a morte prematura os impediu de fazer aquilo a que estavam destinados. Kennedy, vítima de um brutal assassinato dramaticamente relatado nos media, com um enterro de estado transmitido a todo o país, em que os americanos viram uma jovem viúva de 30 anos destroçada e um filho de três anos a fazer a continência, atingiu precisamente esse estatuto.

O problema é que devido a esse mito, nunca foram escrutinadas as enormes fragilidades da presidência de Kennedy. Começou logo com a sua ligação à Mafia, via Sam Giancana, de quem se diz que organizou uma verdadeira chapelada eleitoral nos estados decisivos, permitindo a derrota de Nixon. Prosseguiu com o ataque a Cuba na Baía dos Porcos, um fracasso total, e depois com a tentativa de assassinar Fidel Castro, através do recrutamento de uma sua amante. O resultado foi Castro ter aceitado colocar mísseis dirigidos aos Estados Unidos em Cuba, o que quase colocou o mundo à beira de uma guerra nuclear, apenas resolvida com uma negociação secreta por troca com os mísseis na Turquia, mas que Kennedy nunca quis assumir. Tal contribuiu para a queda de Kruschev, substituído por Brezhnev, cujo radicalismo fez adiar por décadas o fim da guerra fria. Os seus apoiantes garantem que Kennedy era um pacifista e iria retirar as tropas americanas do Vietname, mas não ele nunca deu qualquer sinal nesse sentido.

Em relação ao assassinato de Kennedy, para mim é manifesto que Oswald não agiu sozinho e não faltam candidatos a mandantes, desde a Máfia (que nunca perdoou o facto de Kennedy não lhe ter retribuído o apoio na campanha eleitoral) aos cubanos (devido aos sucessivos ataques a Cuba) e aos soviéticos (furiosos com a forma como a resolução da crise dos mísseis foi anunciada publicamente). Se tivesse que apostar, apostaria em que o mandante foi Fidel Castro. Oswald tinha ligações a Cuba, o que me leva a crer que, se Kennedy falhou na tentativa de matar Fidel Castro, Castro não falhou no objectivo de assassinar Kennedy. A tentativa da administração Johnson de apresentar o crime como um acto isolado tem a explicação de que a divulgação do verdadeiro mandante levaria necessariamente a uma guerra nuclear, o que se quis prevenir depois da crise dos mísseis. A razão de Estado muitas vezes suplanta o sentimento.

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publicado por Luís Menezes Leitão às 09:18

Delírio político.

Quarta-feira, 21.11.18

A actual direcção do PSD vive no delírio político absoluto. PSD e BE, a mesma luta. Camaradas e camarados, lutemos unidos, que é nossa a vitória final. Vão ver o resultado disto nas próximas eleições.

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publicado por Luís Menezes Leitão às 08:46





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