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  <title>Syntagma</title>
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  <description>Syntagma - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Thu, 24 Dec 2015 19:37:38 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Thu, 24 Dec 2015 19:37:00 GMT</pubDate>
  <title>Um conto de Natal.</title>
  <author>Luís Menezes Leitão</author>
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  <description>&lt;p class=&quot;sapomedia videos&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;//cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FBgH3R6tpwAk%3Ffeature%3Doembed&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DBgH3R6tpwAk&amp;image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FBgH3R6tpwAk%2Fhqdefault.jpg&amp;key=4eb58034def64e7d9fd85869210c7d0d&amp;type=text%2Fhtml&amp;schema=youtube&quot; width=&quot;854&quot; height=&quot;480&quot; scrolling=&quot;no&quot; frameborder=&quot;0&quot; style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; allowfullscreen=&quot;allowfullscreen&quot; loading=&quot;lazy&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esta mensagem de Natal de Pedro Passos Coelho constitui um disparate a todos os níveis. Ao afirmar que vai ter uma atitude construtiva e deixar governar aqueles que quiseram assumir essas responsabilidades, Passos Coelho afirma no fundo que o PSD vai ser a muleta do governo, reconhecendo a legitimidade de António Costa como Primeiro-Ministro. Fazer isso apenas um mês depois de ter sido derrubado pela esquerda do cargo de primeiro-ministro pode ser uma atitude muito cristã e típica da época natalícia, mas não é seguramente a que se espera de um líder partidário que foi remetido para a oposição depois de ter ganho as eleições legislativas. Especialmente quando se viu que a coligação de esquerda se desfaz ao mais pequeno sopro, sendo por isso absolutamente incapaz de aguentar uma tempestade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De um líder partidário, que passou à oposição nestas condições, esperar-se-ia um combate frontal a este governo, prometendo para breve um novo governo que assegure melhores dias aos portugueses. Esta mensagem de Natal parece pelo contrário um acto de rendição de Passos Coelho ao governo de António Costa. É verdade que pelo cenário e pelo tom institucional faz lembrar as mensagens de Passos Coelho quando ainda era primeiro-ministro. Só que esse enquadramento parece estranho para quem é hoje líder da oposição, dando a imagem de que Passos Coelho desistiu totalmente do combate político nesta legislatura. &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Se o PSD continuar a fazer circular mensagens de Natal deste teor, o seu regresso ao governo será um conto de Natal.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>pedro passos coelho</category>
  <category>mensagem de natal</category>
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  <pubDate>Mon, 26 Dec 2011 07:23:20 GMT</pubDate>
  <title>A mensagem de Natal do Primeiro-Ministro.</title>
  <author>Luís Menezes Leitão</author>
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  <description>&lt;div&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Na sua &lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/passos-promete-reformas-para-democratizacao-da-economia-1526438&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;mensagem de Natal&lt;/a&gt; o Primeiro-Ministro pôs o dedo na ferida, quando referiu que o problema principal da sociedade portuguesa é a falta de confiança. Efectivamente, como ele referiu, “&lt;em&gt;a confiança é um activo público, é um capital invisível, é um bem comum, determinante para o desenvolvimento social, para a coesão e para a equidade&lt;/em&gt;” e “&lt;em&gt;são os laços de confiança que formam a rede que nos segura a todos numa mesma sociedade&lt;/em&gt;”. É por esse motivo que “&lt;em&gt;um dos objectivos prioritários do programa de reforma estrutural do Governo consiste precisamente na recuperação e no fortalecimento da confiança&lt;/em&gt;”. Não posso concordar mais com essas palavras. O problema é que a confiança não se obtém com palavras, ganha-se ou perde-se através de actos concretos. Ora, um Estado que nos últimos tempos fez aplicar impostos retroactivos, cortou salários e pensões, e diz aos cidadãos que o seu futuro está na emigração é um Estado em que por definição ninguém confia.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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  <category>primeiro-ministro</category>
  <category>confiança</category>
  <category>mensagem de natal</category>
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