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Sobre o acórdão da Relação do Porto.

Terça-feira, 24.10.17

Desde a coutada do macho ibérico, passando pela mulher que já não devia fazer sexo a partir dos 50 anos, e chegando agora à condenação à morte das adúlteras, a justiça portuguesa continua a ser vista com muita atenção pelos media internacionais. Que devem achar que isto só é comparável ao Irão ou à Arábia Saudita. Um verdadeiro "case study", portanto.

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publicado por Luís Menezes Leitão às 07:26


5 comentários

De Anónimo a 24.10.2017 às 10:16

Uma pessoa fica tão incrédula com estas coisas...que me faltam palavras para comentar..mas sobra-me uma imensa revolta e impotência por nada poder fazer a não ser sentir o maior desprezo por quem faz uso do poder a tomar atitudes e decisões destas..!

:(

De Fernando Pinto a 24.10.2017 às 13:16

Concordo, mas o acórdão foi assinadopor três juizes desembargadores e este facto ainda me preocupa mais, na medide em que:

- Ou estão de acordo,
- Ou assinam sem ler.

O acórdão teve que ter a opinião concordante de dois juízes pelo menos; quem foi o outro que concordou?

Se algum dos juízes não concordou com o teor do acordão, qual foi e o que diz no seu voto de vencido?

Esta informação é trabalho de jornalista, para nos tranquilizar, ou não, sobre o estado da justiça.


De Anónimo a 24.10.2017 às 11:05

Deve ter sido formado no Daesh...

De Anónimo a 24.10.2017 às 11:06

Sem duvida que o que me magoa ainda mais é o sentimento de impotência perante tais situações

De Anónimo a 24.10.2017 às 13:23

Na Arábia Saudita cita-se o Corão, no Tribunal da relação do Porto cita-se a Bíblia.

O fundamentalismo está onde menos se espera.

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