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A estratégia do PSD.

Domingo, 16.09.18

Primeiro eram "fake news", depois foi alguém que deu com a língua nos dentes. Mas isso é acessório perante o principal. O principal é a Direcção achar que é normalíssimo o PSD andar de mão dada com o Bloco, avalizando uma proposta deste completamente absurda e que tinha sido arrasada por todos os outros partidos. Para logo a seguir assistir-se a ser a proposta do PSD a ser arrasada por todos os outros partidos, incluindo o próprio Bloco, que pelos vistos nem foi capaz de lhe agradecer o favor… Pode a Direcção achar que pôr o PSD a fazer um discurso ideológico de extrema esquerda contra os especuladores e o grande capital é uma jogada política genial. Eu digo que isto é jogar à roleta russa com uma metralhadora pesada. Vamos ver quem tem razão.

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publicado por Luís Menezes Leitão às 07:06

Os novos inadiáveis.

Quinta-feira, 21.06.18

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Recordo-me que nos finais de 1977 havia um grupo no PSD, chamado de opções inadiáveis, que a única coisa que pretendia era transformar o PSD numa muleta do PS. Quando ganharam um congresso, Sá Carneiro foi imediatamente para casa. Quando regressou, os inadiáveis não aceitaram a derrota e o PSD sofreu uma cisão, com o abandono de 37 deputados, a que Sá Carneiro prontamente respondeu com a formação da AD e a primeira maioria absoluta do centro-direita em Portugal. Agora voltamos a ter por aí inadiáveis a querer servir de muleta ao PS. Será este o actual projecto político do PSD? Se for, não vai longe.

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publicado por Luís Menezes Leitão às 11:22

O novo PSD.

Terça-feira, 19.06.18
Resultado de imagem para Rui Rio António Costa

 

Este novo PSD "colaborante" e "acutilante", que apresenta propostas que servem o país, mesmo no caso de perder as eleições, pode ser muito simpático, mas está condenado à derrota. Rio não segue Passos Coelho, mas imita-o na atitude do "que se lixem as eleições". Não deu bom resultado na altura e não vai dar agora.

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publicado por Luís Menezes Leitão às 15:25

O título do ano.

Sábado, 17.03.18

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publicado por Luís Menezes Leitão às 09:24

A vitória de Rui Rio.

Domingo, 14.01.18

O PSD profundo mostrou ontem a enorme capacidade que tem de se regenerar. Não alinhou em cantos de sereia de quem queria propor ao partido um passismo sem Passos, encabeçado por alguém de cuja experiência governativa os portugueses não têm boas recordações. Agora é altura de virar de vez a página e preparar rapidamente uma alternativa séria e consistente à actual maioria parlamentar. É hora de agir, de facto.

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publicado por Luís Menezes Leitão às 19:31

As eleições no PSD.

Sexta-feira, 15.12.17

Esta história dos debates demonstra bem a instabilidade crónica que caracteriza Santana Lopes. Primeiro exige dezenas de debates. Depois faz um acordo com Rui Rio para realizar apenas dois. Depois de o acordo estar firmado, aparece a pedir ainda um terceiro. Quando não lhe dão o terceiro, amua e afinal cancela o debate que tinha marcado. Se alguém quer convencer os eleitores de que Santana Lopes evoluiu desde os tempos que foi primeiro-ministro, que se desengane. Isto é a sua marca de água de sempre. E por isso é que António Costa adoraria ter Santana Lopes na liderança do PSD, que derrotaria em qualquer eleição com a mesma facilidade com que o derrotou nas eleições para a Câmara. Imaginem este tipo de campanha, com exigências e desmarcações de debates, no quadro de uma eleição nacional.

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publicado por Luís Menezes Leitão às 08:26

O estado do PSD.

Segunda-feira, 09.10.17

Se há demonstração eloquente do estado miserável em que Passos Coelho deixou o PSD é precisamente o de Santana Lopes, apesar do desastre que foi o seu governo para o partido e para o país, achar que pode voltar a ser o "menino guerreiro" e apresentar-se a votos. Mas é curioso que tenha andado a pedir autorização a António Costa e a Vieira da Silva. Se ele ganhar as eleições, o PSD terá assim um líder autorizado por António Costa. Que bela maneira de ser um partido de oposição.

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publicado por Luís Menezes Leitão às 19:16

O regresso do Conde de Monte Cristo.

Quarta-feira, 04.10.17

Leio aqui com perplexidade que Santana Lopes está a "ponderar" o regresso à liderança do PSD. E diz com ênfase que "mesmo que cada um comece a apresentar-se em nome de barões ou baronetes quem vota são os militantes". Se bem me lembro é o mesmo Santana Lopes que há poucos dias queria abolir o voto dos militantes na escolha do líder e voltar a fazê-lo eleger num congresso organizado pelos barões e baronetes, mas adiante. No nosso país, em vez de dizerem de uma vez ao que vêm, os políticos adoram "ponderar" as candidaturas, deixando toda a gente em suspense por uns dias, quando não deixam mesmo por meses, acabando por isso por levar o partido à derrota.  Mas neste caso a "ponderação" não se justifica, pois é evidente para todos que, até pelo seu brilhante contributo para o resultado de Lisboa, Santana Lopes é manifestamente o sangue novo de que o PSD precisa. Foi líder do partido entre 2004 e 2005, andou por aí, e agora regressa em grande, quase catorze anos depois. Já li um romance que contava precisamente esta história. Chama-se O conde de Monte Cristo.

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publicado por Luís Menezes Leitão às 07:52

O estado do PSD.

Sexta-feira, 29.09.17

Cavaco Silva, quando derrubou o governo do Bloco Central, disse que um governo onde os ministros discutem a remodelação na rua já não é um governo. A crise do PSD é de tal ordem que candidatos atacam candidatos da sua própria lista e depois são atacados por outros militantes, tudo isto nas vésperas de uma eleição. Alguém de bom senso acha que o PSD pode continuar nesta deriva?

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publicado por Luís Menezes Leitão às 18:49

O PSD sem rei nem roque.

Quinta-feira, 20.04.17

Depois das confusões que se verificaram na candidatura a Lisboa — e que hoje já tiveram graves consequências — imagine-se o que surge agora: uma proposta de Luís Montenegro para criar um sistema eleitoral à grega que desse um bónus de 50 deputados ao partido vencedor. Não me parece que isso fosse minimamente compatível com o sistema de representação proporcional que o art. 288º h) eleva a limite material de revisão, mas até dou isso de barato. O que me parece é que o PSD continua centrado em não aceitar a derrota que teve em 2015, o que o impede de preparar a vitória em eleições subsequentes, desde logo estas autárquicas, que seriam decisivas. 

 

Isto só me lembra Álvaro Cunhal que em 1999 resolveu escrever um livro (A verdade e a mentira na Revolução de Abril), dizendo que o PCP só tinha perdido as eleições de 1975 porque os partidos adversários tinham mentido aos eleitores. Na altura alguém perguntou-lhe se estava a propor que fossem repetidas 24 anos depois as eleições de 1975... Já é mais que altura de o PSD deixar de falar em 2015 e concentrar-se em ganhar as eleições com as regras existentes, que já deram amplas vitórias ao partido. Não peçam bónus de deputados, que a constituição não permite. Peçam mas é a maioria absoluta aos eleitores.

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publicado por Luís Menezes Leitão às 18:33





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